8 de jan. de 2015

Jogadora de tênis acerta bolada nos países baixos de adversário

Serena Williams e John Isner dos EUA jogavam contra Flavia Pennetta e Fabio Fognini da Itália no último dia 05 pela Hopman Cup na Perth Arena, Austrália. Flavia Pennetta acertou uma bolada "lá" do americano.

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7 de jan. de 2015

Turista se machuca durante brincadeira em rio na Bahia; veja como foi para não repetir o erro

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6 de jan. de 2015

Coisas ou pessoas que fazem 25 anos em 2015

Emma Watson


Esqueceram de mim (Home Alone)


Super Nintendo


Os bons companheiros (Goodfellas)


“U Can’t Touch This” do MC Hammer


Kristen Stewart


Dança com lobos (Dances with Wolves)


Sega Genesis


Twin Peaks


Beverly Hills, 90210


“Nothing Compares 2 U” de Sinead O’Connor


Calculadora gráfica TI-81


Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands)


Law & Order


Uma linda mulher (Pretty Woman)


“Ice Ice Baby” de Vanilla Ice


Game Boy


Jennifer Lawrence


“Vogue” de Madonna


Um maluco no pedaço (The Fresh Prince of Bel-Air)


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5 de jan. de 2015

Saiba como sobrevivem os tatuadores, profissão ilegal na Coreia do Sul que pode levar à prisão



Operações de revista contínuas, pesadas multas e inclusive prisão, além de uma vida de trabalho na clandestinidade. É o que os profissionais da tatuagem enfrentam na Coreia do Sul, um país onde a arte de injetar tinta na pele é ilegal apesar da moda crescer a cada ano.

"Como é ilegal, não podemos colocar um cartaz na porta", se desculpa Kim Ki-bok, um dos tatuadores mais famosos em Seul, na entrada de seu estúdio camuflado como apartamento residencial no quarto andar de um prédio velho do bairro de Hongdae, berço da arte e das novas tendências no país.

Apesar de legalmente esses trabalhadores figurarem como "desempregados", quatro tatuadores trabalham todos os dias há dez meses neste local durante longas horas, com um olho na pele do cliente e outro em uma possível invasão de agentes da Polícia.

Desde que há dois anos conseguiu fazer seu nome entre os aproximadamente 20 mil tatuadores que há na Coreia do Sul - segundo estimativas do Governo - Kim contorna com suas agulhas a pele de cerca de três pessoas por dia.

"Tive sorte e nunca me revistaram", comentou à Agência Efe, embora reconheça que muitos de seus amigos receberam "pesadas multas" e "inclusive alguns tenham sido presos", assegurou.

As leis sul-coreanas consideram as tatuagens um procedimento médico que só pode ser realizado por médicos titulados em clínicas e hospitais, algo que leva à clandestinidade os autênticos profissionais deste setor.


"Cada vez mais cidadãos se tatuam e 99% fazem em estúdios ilegais, por isso que surgiram problemas, como denúncias por causa de más práticas, produto da desregulação", expôs no Parlamento o deputado Kim Chon-jin quando no final do ano passado apresentou uma proposta para legalizar estes procedimentos.

No entanto, a Assembleia Nacional não considera uma prioridade a legalização das tatuagens e por enquanto mantém congelado o debate.

O tatuador Kim Ki-bok se mostra otimista ao calcular que "existem possibilidades de que a prática seja legalizada em um prazo de três a cinco anos", o que lhe permitiria deixar de trabalhar com medo.

Kim, membro da associação "Tattooist", que funciona como um sindicato para este tipo de profissionais, baseia suas expectativas de legalização na cada vez maior aceitação social da tatuagem na conservadora sociedade sul-coreana.

Curiosamente, a pessoa que mais contribuiu para a causa é um jovem estrangeiro. Com apenas 20 anos, o australiano Daniel Snoeks é uma estrela da televisão na Coreia do Sul desde que participa do "Non-Summit", um dos programas com mais audiência dos últimos anos, no qual imigrantes de vários países debatem sobre diversos temas em coreano.

Daniel, cujas mãos e grande parte de seu corpo estão tatuados com desenhos de vários estilos, assegurou à Efe que quer aproveitar sua fama para "conseguir a legalização das tatuagens" no país asiático.

"Desde que fiquei famoso, mudou muito a percepção social das tatuagens. De fato, foi a primeira vez que os coreanos veem alguém na televisão com tatuagens no pescoço e nas mãos", comentou o australiano, que ganhou no programa a imagem de um jovem respeitoso e exemplar.

Daniel lembra que quando chegou a Seul há um ano e meio, as pessoas no metrô se afastavam dele e comentavam que suas tatuagens eram "asquerosas" ou "davam medo", mas após ganhar fama, "agora todo mundo quer tirar uma foto" com ele quando usa "o transporte público", comentou.

"As tatuagens na Coreia do Sul tradicionalmente eram vinculadas à imagem de gângsters e badboys", explica o tatuador Kim, mas hoje "muito mais gente, e especialmente os jovens, as veem como algo atraente e da moda", assegurou. EFE.


Fonte site yahoo.com
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4 de jan. de 2015

Descubra como foi que esse meliante conseguiu ficar o rosto deformado desse jeito

Um homem de 52 anos levou uma surra daquelas em uma festa de Ano Novo nos Estados Unidos depois de tentar agredir sexualmente a namorada de seu sobrinho. William Mattson foi acusado de conduta sexual criminosa em primeiro grau, segundo informações da rede norte-americana NBC News. Por volta de 1h da madrugada da quinta-feira (1º), a polícia foi chamada para atender uma ocorrência de tentativa de agressão sexual em uma casa em Conway, na Carolina do Sul. Mas, ao chegarem ao local, os policiais encontraram Mattson bastante machucado.

O sobrinho de Mattson, 27, flagrou o tio tentando fazer sexo à força com sua namorada, de 21, e, sem hesitar, partiu para cima e o espancou. Para a polícia, o sobrinho "agiu em defesa de sua namorada, que estava sendo estuprada". Por isso, o rapaz não sofreu qualquer tipo de punição.

Já Mattson teve negado por um juiz, neste sábado (3), um pedido de pagamento de fiança e teve que aceitar quietinho a surra que tomou.


Fonte site uol.com.br
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3 de jan. de 2015

Cenas dramáticas: após acidente com carro, homem fica preso nas ferragens e tenta escapar das chamas

Uma colisão grave com incêndio de veículos envolvendo um caminhão e mais dois carros de passeio deixou duas pessoas mortas e duas feridas na manhã de quarta-feira (31), na Rodovia Carlos Lindenberg, na cidade de Vila Velha, no Espírito Santo. De acordo com a imprensa local, um caminhão perdeu o freio e se chocou com um veículo que estava parado em um semáforo. Um ônibus estava na frente do carro, e quando o veículo pesado bateu, o veículo menor ficou imprensado entre os dois maiores.




Com a pancada, parte do carro e a cabine do caminhão pegaram fogo. Moradores e comerciantes da região ajudaram a apagar as chamas até a chegada do Corpo de Bombeiros. É possível ver nas imagens que um homem luta para escapar das chamas. Duas vítimas morreram carbonizadas.



Outras vítimas com ferimentos foram socorridas para hospitais da Grande Vitória. As pessoas que estavam no carro trabalhavam como pedreiros e estavam a caminho do trabalho. Parentes e amigos estiveram no Departamento Médico Legal (DML), para liberar os corpos.

Fonte sites Gazeta On Line e A Gazeta
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